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O Instituto Brasileiro de Controle do Câncer (IBCC) é um hospital especializado no diagnóstico e tratamento do câncer. Com atenção especial ao paciente desde sua chegada ao hospital até o momento de sua alta, o IBCC é reconhecido pelo tratamento humanizado, característica marcante de suas equipes médicas e de Enfermagem e dos demais profissionais que atuam no hospital.

Confira abaixo nossos tratamentos:

A unidade de TCTH do IBCC está capacitada para realizar qualquer tipo de transplante: autólogo (também conhecido como autotransplante, quando as células progenitoras provêm do próprio paciente); alogênico (células progenitoras provêm de doadores aparentados e não-aparentados) e singênico (células progenitoras provêm de gêmeos idênticos – univitelinos).

Com capacidade total para 50 leitos e atualmente com 33 ativos, a Unidade de TCTH do IBCC apresenta diferenciais importantes para o tratamento da doença:

– Os quartos são autorreversíveis em UTI e evitam a transferência do paciente para uma UTI geral e sua exposição a outros pacientes.

– O papel de parede é vinílico e lavável para facilitar a higienização. Todo o projeto foi elaborado em conjunto com o Serviço de Controle de Infecção Hospitalar, manutenção, hotelaria e arquitetura pensado no bem-estar do paciente. São quartos alegres, funcionais, com tecnologia e o que há de mais moderno em design.

– Pensando na segurança do paciente, o chuveiro de banho e a ducha higiênica foram desenvolvidos pelo fabricante especialmente para o IBCC com material liso de fácil higienização que impede o acúmulo de sujeiras reduzindo os riscos de infecções.

– Os lavatórios são de material corian termomoldável e não é poroso, impedindo a formação de cantos para não acumular sujidades. A iluminação em todo o setor de led traz mais aconchego, sustentabilidade e economia em energia elétrica.

– ar-condicionado com filtro total e pressão positiva – impede a entrada de fungos e bactérias;

– hospital-dia (destinado exclusivamente aos pacientes de TCTH) – possibilita o atendimento de pacientes transplantados que precisam de medicamentos, porém, sem a necessidade de internação convenciona;

– isolamento total da Unidade de TCTH – possui entrada exclusiva para os pacientes, visando diminuir o contato destes com os demais pacientes do hospital e até mesmo com outros profissionais de Saúde, reduzindo o risco de infecção hospitalar.

No Setor de Radioterapia, os pacientes são submetidos ao tratamento por meio dos mais modernos equipamentos disponíveis para a especialidade. Três Aceleradores Lineares estão à disposição para atender a demanda do hospital. O Acelerador Linear planeja o tratamento de forma a emitir radiação apenas nas células doentes, preservando as células saudáveis.

O setor de Quimioterapia do IBCC acomoda 19 confortáveis poltronas para os pacientes e seus acompanhantes. O local oferece ainda monitores de TV, internet wi-fi e revistas para que os pacientes possam se entreter durante as aplicações da Quimioterapia. Aqueles que desejarem mais privacidade, têm a opção de fechar a cortina em volta de sua cadeira e desfrutar de um ambiente mais intimista. Além de todo o conforto oferecido ao paciente, o que ele encontra no setor de Quimioterapia do IBCC é algo muito mais valioso: atenção e humanização.

Quando a pessoa clicar nos outros tipos de tratamento deve abrir um link com a definição de cada que segue abaixo.

Braquiterapia é o tratamento radioterápico aplicado internamente, ou seja, ele pode ser temporário ou permanentes na forma de sementes implantadas dentro do tumor.

A vantagem desse tipo de tratamento é a possibilidade de se empregar uma dose elevada, em curto espaço de tempo, e em volume de tecido pequeno, o que resulta em poucos efeitos nos tecidos vizinhos, já que o alcance da radiação é muito reduzido. O implante é colocado sob anestesia, e os moldes podem ser colocados sob anestesia local e em algumas situações sob sedação.

Hormonioterapia é o tratamento com medicamentos que inibem a atividade de hormônios que possam interferir no crescimento de um tumor.

O câncer de mama e o câncer de próstata são tumores que estão correlacionados com os nossos hormônios; portanto, se utilizarmos inibidores de hormônio, ou mesmo hormônios que competem entre si, podemos alcançar o controle da doença.

A hormonioterapia geralmente é por via oral, fácil de ser administrada e com poucos efeitos colaterais. Pode ser empregada apenas como tratamento complementar ou também com finalidade paliativa.

A Iodoterapia, terapia com iodo radioativo, é usada no controle de tumores na glândula tireóide. O objetivo deste tratamento, que combate às células cancerígenas presentes na tireóide, é destruir as funções das células comprometidas que ainda restaram após a cirurgia (tireoidectomia).

O iodo radioativo é administrado por via oral. As quantidades serão determinadas pelo médico responsável pelo tratamento. Para doses acima de 30mCi (medida de atividade radioativa), é necessária a internação por alguns dias, para evitar a exposição de outras pessoas desnecessariamente. As mulheres devem constatar que não estejam grávidas, antes de receber o tratamento.

Também é necessário jejum duas horas antes de receber a dose de iodo. Em alguns casos, será recomendada uma dieta pobre em iodo por alguns dias antes do tratamento, entretanto, o procedimento adequado deverá ser recomendado pelo endocrinologista.

É recomendado que, antes da Iodoterapia, que o paciente esclareça todas as suas dúvidas sobre o tratamento com seu médico.

A Fisioterapia é uma das especialidades da saúde destinadas a tratar pacientes que tiveram ou têm câncer, por meio de exercícios e técnicas específicas. Ela tem como objetivos recuperar os pacientes após a cirurgia, diminuir a dor, evitar limitações de movimentos, para além de prevenir e/ou tratar complicações que possam ocorrer, como eventuais problemas de cicatrização, edemas, linfedemas (inchaços) e trombose venosa profunda (TVP).

O profissional fisioterapeuta deve ser especializado, conhecendo as técnicas cirúrgicas e os tratamentos complementares empregados na Oncologia. Esses profissionais atuam no IBCC tanto com pacientes internados, sejam em pré ou pós-operatório, ou tratamentos clínicos ambulatoriais.

Vale destacar que a fisioterapia voltada para paciente oncológicos teve início no Brasil em 1991, no IBCC.

Fisioterapia é uma das ciências da área da saúde destinadas a ajudar a tratar, por meio de exercícios e técnicas específicas, pacientes que tiveram ou têm câncer. Ela tem como objetivos recuperar os pacientes após a cirurgia, diminuir a dor, evitar a limitação de movimentos e prevenir e/ou tratar de complicações que possam ocorrer, como eventuais problemas de cicatrização e respiração, edemas, linfedemas (inchaços), trombose venosa profunda (TVP), entre outros.

O profissional fisioterapeuta deve ser especializado, conhecendo as técnicas cirúrgicas e os tratamentos complementares empregados na Oncologia. Vale destacar que a fisioterapia voltada para paciente oncológicos teve início no Brasil em 1991, no IBCC.

No hospital, a equipe de fisioterapia atua com pacientes internados, sejam pré ou pós-operatório, para além de pacientes em tratamento clínico ambulatorial.

Fonoaudiologia é uma ciência que estuda os distúrbios da comunicação humana. É um tratamento que objetiva reabilitar a voz, fala e deglutição que estejam alteradas, seja por questões neurológicas ou oncológicas.

Atualmente, assumiu um papel importante na atuação hospitalar, com grande responsabilidade na habilitação e reabilitação de pacientes internados e em seguimento terapêutico. O trabalho é realizado nas unidades de terapia intensiva e semi-intensiva, leitos de enfermaria e ambulatórios, objetivando o diagnóstico, a prevenção e o tratamento das afecções relacionadas à deglutição, respiração, fala, voz, linguagem e audição.

A Fonoaudiologia é um serviço de apoio a diversas especialidades médicas, como Oncologia, Otorrinolaringologia,Cirurgia de Cabeça e Pescoço, Neurocirurgia, Neurologia Clínica, Gastroenterologia, Cirurgia Torácica,Radioterapia, Clínica Médica e Gerontologia, entre outras.

O Instituto Brasileiro de Controle do Câncer (IBCC) mantém em sua estrutura o setor de Psicologia, com o objetivo de proporcionar um atendimento integral e humanizado a seus pacientes.

O suporte psicológico é oferecido em diversas unidades da instituição e pode ser solicitado ou pelo próprio paciente e sua família, ou pela equipe multiprofissional (médicos, enfermeiros, fonoaudiólogos, fisioterapeutas e nutricionistas) para melhorar a qualidade na assistência.

O atendimento é realizado individualmente conforme a necessidade apresentada. O foco é a compreensão de vivências que lhe causam sofrimento neste processo de hospitalização e/ou enfrentamento no tratamento oncológico, momento este de mudança na vida de pacientes e familiares.

Para mais informações, entre em contato com os psicólogos do IBCC pelo email: psicologia@ibcc.org.br

Chefe do departamento:

Dr. Lafayete Willian Ferreira Ramos
CRM 53240
Formado pela Universidade Federal Juiz de Fora (MG) em 1985, residente em Medicina Interna em 1987, e em Cardiologia (coronária) pelo Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia em 1990. Doutor pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Membro titular da Associação de Medicina Intensiva Brasileira (AMIB)

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