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IBCC implanta Medicina Integrativa para melhorar experiência do paciente

 

Em média, 40% dos pacientes com câncer tem estresse e necessitam do uso de práticas complementares para aliviar fadiga, depressão, dor e nervosismo

O IBCC (Instituto Brasileiro de Controle do Câncer) implantou o serviço de Medicina Integrativa ou Saúde Integrativa, que consiste no uso de práticas complementares associada à medicina tradicional com indicação precisa, que visa desenvolver corpo, mente e o autocuidado para gerenciamento do estresse, uma causa presente em mais de 40% dos diagnósticos de câncer.

O estresse pode se manifestar como fadiga, dor, depressão, nervosismo, tristeza, dentre outros. Neste sentido, o objetivo da Medicina Integrativa é melhorar a experiência do paciente no decurso do seu tratamento com o envolvimento das equipes médicas e interdisciplinar para a oferta de terapias complementares com evidências científicas. O foco é atenção ao paciente em tratamento oncológico ativo e aqueles que estão em Cuidados Paliativos.

O grupo de Medicina Integrativa no IBCC é destinado a pacientes do convênio privado, particular e SUS e é liderado pela médica do Cuidados Paliativos, Dra. Juliana Barros. Espera-se atender em torno de 40 pacientes por mês inicialmente: “após a consulta médica, o paciente responderá a um questionário de qualidade de vida que avalia suas condições físicas, emocionais e psicossociais para que possamos definir as melhores terapias para cada um”, explica a Dra. Juliana.

Entre as principais terapias estão: acupuntura, acompanhamento psicológico, nutricional, fisioterapêutico, fonoaudiologia, reiki (terapia que atua principalmente no bloqueio emocional e com os níveis de ansiedade) e outras práticas. A ideia é formar encontros com esses pacientes para estimular o autocuidado, fazer palestras e promover reuniões informativas para discussão de casos pela equipe, composta por médicos e equipe multidisciplinar do IBCC”, complementa a coordenadora da equipe multidisciplinar, Thabata Fonseca.

Fotos: Psicóloga Emília Azevedo, Dra. Juliana Barros (médica coordenadora do projeto) e Rosa Rebolo (Responsável pelo Reiki).

Dr. Lin I Ter médico que atua na acupuntura no projeto.

 

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