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Linfoma de Hodgkin é uma doença maligna de etiologia incerta que acomete o sistema linfoide e se caracteriza pela presença de célula maligna típica (Reed-Sternberg). Há um ligeiro predomínio de incidência entre os homens e ocorre principalmente entre jovens de 20 a 30 anos e após os 60 anos. A manifestação clínica principal é aumento de gânglios (adenomegalia), que podem surgir em qualquer parte do organismo. O paciente com linfoma de Hodgkin pode notar aumento ganglionar em regiões como pescoço, axilas ou virilhas, ou pode ter sintomas decorrentes da compressão de órgãos pelos gânglios aumentados (tosse por compressão de vias respiratórias). Pode haver sintomas de febre, sudorese e emagrecimento. O diagnóstico é feito a partir da biópsia ganglionar e é imperativa a realização do estadiamento clínico (verificação da extensão da doença no organismo).

Tratamento

Linfoma de Hodgkin é uma doença cujo tratamento é altamente eficaz e a cura é obtida em grande parte dos casos. O tratamento é quimioterápico e pode ser associado com radioterapia. Em casos de retorno da doença ou casos que evoluam com resposta insatisfatória à quimioterapia convencional, o transplante de medula óssea autólogo pode representar boa alternativa.

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