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Histórias de superação marcam 57ª Corrida e Caminhada Contra o Câncer de Mama

Entre os quase 7 mil presentes na 57ª Corrida e Caminhada Contra o Câncer de Mama, estão pacientes com histórias de superação e muita luta e que encontram neste evento uma oportunidade de celebrar a vida.

Ana Néri emociona ao falar do evento

É o caso de Ada Néria Vergamini, professora. Há 7 anos faz uso de Tamoxifeno, após fazer a mastectomia. Em fevereiro deste ano diagnosticou o câncer de mama. Após cirurgia e radioterapia ela fez reconstrução das mamas e encontra-se em acompanhamento. “É muito gratificante pessoalmente, pois faço parte de uma rede feminina de São Caetano de combate ao câncer e sempre reforçamos a todas que devemos estar sempre de olho no nosso corpo. Essa corrida me emociona, já estou chorando, pra mim é uma vitória porque descobri no começo”, destaca Ana Néri.

O câncer de mama é o segundo mais incidente nas mulheres, ficando atrás dos cânceres de pele não melanoma.  São estimados aproximadamente 2 (dois) milhões de novos casos por ano no mundo e no Brasil a estimativa para 2018 é de 59.700 casos novos.

O diagnóstico pode ser suspeitado pelo exame clínico de palpação ou por exames de imagens como a mamografia, ultrassonografia e ressonância magnética. Mas a confirmação é feito através da biópsia. Os médicos Mastologistas são os especialistas que tratam das doenças das mamas. Principalmente quando diagnosticado nos estágios iniciais, as chances de cura são de 95 a 98%.

 

 

Cleonice Gomes é profissional de marketing e atleta por natureza. Sempre incentiva a prática de atividades física num grupo que administra e também à doação de sangue. Ela foi diagnosticada em novembro de 2014. Passou por dois ciclos de quimioterapia. Em 3 anos do diagnóstico correu 90 provas (3 anos). “Me sinto realizada e esse evento é uma experiência que marca nossa superação. A medalha é um troféu de superação que recebemos”, afirmou.

Cleonice é incentivadora de esportes

 

 

 

 

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