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Em painel do TJCC, IBCC Oncologia apresenta como aplica sua missão: Cuidar de pessoas, histórias e vidas

A escolha do tema do painel reflete a promessa que o IBCC Oncologia fez a todos os pacientes em seu reposicionamento de marca apresentado há 3 meses: “Cuidamos de pessoas, histórias e vidas” e que agora passou a ser a missão da instituição e representa o que todo profissional da área de apoio, assistencial, administrativa e médica do IBCC Oncologia faz. Nessa nova identidade visual apresentada vários conceitos foram construídos com os insights, que surgiram a partir da representatividade que a instituição já tem na vida de seus pacientes. No painel do TJCC – Todos Juntos Contra o Câncer, o IBCC Oncologia falou sobre essa promessa e o papel que assume de participar da jornada e da experiência do paciente e de sua família. Moderado pela jornalista Lilian Cacau, coordenadora de comunicação do IBCC Oncologia, o painel trouxe a história de Carolina Tonioli de 35 anos. A fisioterapeuta que gosta de fazer artesanato, ler, viajar, estar com a família e amigos teve o diagnóstico de Leucemia Mielóide Aguda logo após 1 ano do seu casamento. Além do medo no enfrentamento da doença, logo veio a apreensão sobre a possibilidade de gestação. “A ansiedade pelas fases do tratamento até chegar o momento do sim, do posso tentar engravidar foi um momento bastante importante e levo com carinho os anjos que apareceram em minha vida no IBCC Oncologia”, declarou Carolina, que hoje tem as gêmeas Helena e Isabela com menos de 1 ano de vida.

O Painel abordou o cuidado centrado no paciente e a relação com a missão do IBCC Oncologia. “Cada ser é único e devemos trabalhar pra reduzir o sentimento de vulnerabilidade, prover informações ao paciente sobre sua condição e tratamentos possíveis, pensar na melhor experiência, pensar em empoderar esse paciente, envolver amigos e familiares que têm papel fundamental na vida dele e dar condições para que o paciente tenha cuidado e acesso”, destacou Lilian Cacau.

Thais Pagano, 39 anos, formada em Serviço Social, mestre e doutoranda em Serviço Social pela PUC de São Paulo, teve o diagnóstico de linfoma cerebral. A professora universitária relata o quão importante a experiência do tratamento impactou sua vida. “Em vez de questionar a Deus ou a quem temos fé o porquê de acontecer conosco, devemos pensar o porquê de não ser com o outro. O que temos de especial em relação aos demais? Por muitas vezes quando eu pensava que avançava no tratamento, dava passos pra trás, é instável, mas devemos sempre acreditar”, complementa.

A dra. Cistina Macedo, coordenadora técnica da unidade TMO do IBCC Oncologia destacou a relação médico e paciente, a importância de olhar para o ser que tem a doença antes de tratar a doença e sobre as fases de reação do paciente frente o diagnóstico e tratamento. “Aprendemos na faculdade sobre essa relação, mas aprimoramos e expandimos para o universo do paciente no dia a dia, aprendemos com cada um deles sobre como construir e criar esses vínculos que são inerentes”, afirmou.

Os diferenciais da unidade de TMO da instituição foram apresentados e junto com a nova propaganda institucional do IBCC Oncologia. Ao final, o público interagiu com perguntas. O painel contou com mais de 200 participantes.

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